Movimentos Sociais não se vêem na Caravana de Direitos Humanos


Na manhã do dia 30 de maio foi o lançamento da 2º Caravana de Direitos Humanos pelo Brasil, evento esperado por varias entidades dos movimentos sociais e sociedade civil. Teve a presença da Ministra de Direitos Humanos, Maria do Rosário e o governador Tião Viana.


Quando foi divulgado a Caravana dos Direitos Humanos diversas entidades identificaram o espaço como propicio para debater sobres os avanços retrocessos das politicas publicas de inclusão de nosso Estado. Porem ate o dia da realização do evento grande parte das entidades não tinham como conhecimento a programação e tão pouco se enxergavam no processo de construção de tal espaço.

Apos a divulgação de uma programação pífia e sem representação dos movimentos sociais a caravana perdeu a oportunidade de reafirma a democracia participativa e ter um papel protagonista de diagnostico da politicas publicas de Direitos Humanos.

Sem juventude, Sem Gays, Sem Índios, Sem humanos e acima de tudo sem espaço de dialogo a academia e os movimentos sociais se ausentaram dos debates. 

O Facebook, os corredores do biblioteca publica e das universidades expressam a tristeza  em enxergar o distanciamento da secretaria de direitos humanos das entidades de movimentos sociais. Esta tristeza foi relatada por diversos segmentos, movimentos, acadêmicos e professores sobre a forma que se propões o dialogo sem dialogo. 

Necessitamos de politicas publicas especificas de juventude, negros, mulheres,  homossexuais, deficientes e todos e todas que necessitem. "Um olhar diferente para os diferentes".

" SERÁ QUE É HOMOFOBIA INSTITUCIONAL? Ficou lindo o convite, mas faltou a bandeira ou as cores do arco-iris no convite, afinal a luta por cidadania da população de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais tb e a luta diária dos direitos humanos contra a homofobia. "

Nesta caso não irei nem pontuar anistia e comissão da verdade.

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