sábado, 9 de junho de 2012

Nota Oficial da UNE sobre a matéria do O GLOBO



“Não nos intimidaremos. Pelo contrário, ampliaremos nossa luta pela democratização da mídia, por uma educação para todos e por um Brasil mais justo”, afirma a nota

Não nos causa espanto o ataque arquitetado por parte da imprensa conservadora contra a União Nacional dos Estudantes (UNE) e o conjunto dos movimentos sociais. Primeiro, foi a revista Veja. Agora, é pelas páginas do jornal O Globo que a microfonia da mídia golpista tenta nos atingir. A UNE é alvo porque participa da luta democrática para romper o monopólio que meia dúzia de famílias exerce sobre a comunicação no Brasil. A UNE está na mira porque demonstra a necessidade de imediata regulação das responsabilidades dos meios de comunicação.

É importante deixar claro, em respeito a todos os que acompanham a nossa trajetória de 75 anos de vida, que a UNE não cometeu irregularidades e não é alvo de investigações de nenhum tribunal de contas. Se, o pedido de investigação feito pelo procurador do ministério público junto ao TCU apontar qualquer equívoco em nossa prestação de contas, – não há provas de que tenha ocorrido- será fruto de imperícia técnica, mas nunca de má fé.

Sobre um ponto da matéria publicada nesta sexta-feira, dia 8 de junho, pelo jornal O Globo, cobramos responsabilidade na veiculação e análise das informações e esclarecemos que a compra de alguns itens de vestuário foram feitas para a construção de instalações (artes visuais) e para o figurino de peças de teatro, atividades da Bienal da UNE, o maior festival estudantil da América Latina.

Sobre a compra de bebidas alcóolicas é necessário esclarecer que os valores referentes a estes itens constavam em algumas notas fiscais, mas não foram contabilizados como parte dos gastos com o dinheiro público. Ou seja, a UNE não usou dinheiro público para pagar esses itens. A montagem de camarins e uma intervenção artística sobre  a religiosidade afro-brasileira no qual se utilizava cachaça, búzios e velas foram compradas com o dinheiro privado da entidade.

Quanto a existência de notas fiscais supostamente irregulares, a UNE esclarece que o processo de contratação foi feito via pregão eletrônico, por meio da empresa “Terceiro Pregão”, especializada em licitações para o terceiro setor. A UNE cumpriu a sua parte contratual. Caso tenha ocorrido qualquer irregularidade por parte das empresas contratadas, a UNE apoia a  investigação do ocorrido e a adoção de medidas legais cabíveis.

A União Nacional dos Estudantes participa das políticas de financiamento público a atividades culturais, esportivas e educacionais desde 1999, sempre cumprindo todas as exigências técnicas de seus convênios. Parte das nossas prestações de contas já estão aprovadas, sendo que algumas se encontram ainda em análise pelos órgãos responsáveis. A UNE reafirma seu compromisso de zelo com os recursos públicos e, se comprovado qualquer tipo de imperícia técnica em qualquer prestação de contas, compromete-se a saná-las de acordo com o que lei determina, inclusive, se for o caso, com a devolução de recursos. Dessa forma, a UNE reafirma também o seu compromisso com o Erário, honrando seus 75 anos de vida.

Infelizmente, para as poucas famílias que exercem o monopólio da comunicação no Brasil, ser verdade ou não é apenas um detalhe. O que importa, para eles, é a versão, sempre comprometida com os interesses das elites dominantes. A UNE já enfrentou batalhas piores contra estes mesmos personagens, por exemplo,  durante a ditadura civil-militar. Esperamos que a Comissão da Verdade revele os responsáveis destas empresas pela cooperação com a tortura, o assassinato e outros crimes bárbaros cometidos pelo regime de exceção, assim como a luta contra a corrupção no Brasil revele as relações mantidas entre corruptores, como o bicheiro Carlinhos Cachoeira, e os donos destas mesmas empresas.

Como não nos intimidamos no passado, não nos intimidaremos agora. Pelo contrário, ampliaremos nossa luta pela democratização da mídia, por uma educação para todos e por um Brasil mais justo.

União Nacional dos Estudantes
08 de junho de 2012

sexta-feira, 8 de junho de 2012

CACN-BIO/IFAC elege Luane Fontenele a Presidente

No ultimo dia 05 de junho o Centro Acadêmico de Ciencias Naturais  CACN-BIO/IFAC em sua fundação elege como primeira presidenta Luane Fontenele para assumir uma tarefa revolucionario de estar a frente dos primeiro passo da entidade.

Luane Fontenele, jovem de 19 ano acadêmica do terceiro periodo do Curso de Ciências Naturais entra nas fileiras das mulheres que estão protagonizando o movimento estudantil do seculo XXI. 

" Lugar de Mulher e na Politica"

A fundação do Primeiro Centro Acadêmico do IFAC.

Estudantes do Curso de Ciencias Naturais do Instituto Federal do Acre mostram e reafirmam que o movimento estudantil não morreu, muito pelo contrario que esta vivo e em contante movimento. 


Reafirmando o fortalecendo do movimento estudantil universitario  foi fundado o  Centro Academico do Curso de Ciencias Naturais do Instituto Federal do Acre - IFAC. A entidade foi fundada com objetivo e exercer o papel de organização e representação dos estudantes dentro e fora da instituição.

O processo que iniciou com o acompanhamento da Coordenadora de Assistencia Estudatil e Giovanny Kley Vice Presidente da UNE Ac e RO teve como papel estimular a organização dos estudantes para que atraves de uma representação legal os estudantes tivessem um acesso mais efetivo a forma de administração da instituição como tambem o poder de levar suas bandeiras de luta aos ouvidos das respectivas entidades educacionais do Estado.

A fundação do CA aconteceu no ultimo dia 05 de junho nas dependecias do IFAC, assembleia realizada com a presenças das duas turmas e mobilizada pelos lideres. Seguindo a Cartilha da UNE todo o processo foi concluido com exito sendo aprovado o Estatuto e logo após eleita a primeira gestão que terá a frente uma jovem mulher.

Estará assumindo a Presidencia Luane Fontenele, Vice: Elaine Souza, Tesoureiro: Everton Freitas, Diretor de arte e esporte: Paulo Henrique , Secretária: Samira e Comunicação: Cleomaria Souza para estar a frente de entidade por uma gestão de uma ano.










FEM e jovens cineclubistas inauguram o Cine Baixada



Primeira sessão do Cine Baixada contou com a presença da presidente da FEM, Francis Mary (Fotos: Val Fernandes)
Os moradores da Baixada da Sobral acabam de aderir ao cineclubismo. Há pouco mais de um mês, um grupo de 15 jovens, aproximadamente, começou uma articulação com a Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-Metragistas do Acre (ABDeC/AC) e a Fundação Elias Mansour (FEM), por meio do Programa Cultura e Comunidade, para montar o "Cine Baixada". A grande noite de estreia foi na segunda-feira, 4, no Barracão, com a presença de um público afinado com a proposta de usar o cinema como agente social na região.

"Nosso desejo é de que a comunidade tenha um olhar mais crítico sobre o seu cotidiano, que os moradores consigam se enxergar na telona, mesmo que seja nas situações mais críticas da vida. É importante fazer as pessoas pensarem, propor mudanças, desafios", comentou Gleiciane Damasceno, membro do movimento.

Sugestivamente, "As Melhores Coisas do Mundo" foi exibido, uma produção de Laís Bodansky (diretora premiada pelo filme "Bicho de Sete Cabeças"), que retrata o cotidiano de jovens que enfrentam questões como a prática de bullying, o preconceito e, acima de tudo, a falta de amor. E para a plateia, o que seriam as melhores coisas do mundo?

Bom, para eles, em decisão unânime, a felicidade foi a resposta para este questionamento. Uma reflexão que serviu de tema para o debate realizado quando

Agencia.ac

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Extrema pobreza e racismo possibilitam trabalho escravo no Brasil, diz debatedor

O presidente da União de Negros pela Igualdade (Unegro), Edson França, defendeu há pouco políticas públicas para o combate à extrema pobreza e ao racismo no Brasil, como forma de acabar com o trabalho escravo contemporâneo no País.

“A aprovação da PEC do Trabalho Escravo (438/01) é fundamental, mas, além disso, precisamos de políticas públicas para combater a extrema pobreza e o racismo”, disse. Ele ressaltou ainda a necessidade de punição para o trabalho escravo contemporâneo e a efetiva implementação do Estatuto de Igualdade Racial (Lei 12.288/10).

A declaração foi dada no seminário sobre os entraves e as soluções para as questões étnico-raciais no Brasil, promovido pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias.

A PEC do Trabalho Escravo prevê a expropriação, sem indenização, de propriedades rurais ou urbanas onde for constatado trabalho escravo.

O trabalho escravo moderno ocorre quando qualquer ser humano é submetido a trabalho forçado, servidão por dívidas, jornadas exaustivas ou condições degradantes de trabalho, como alojamento precário, água não potável, alimentação inadequada, desrespeito às normas de segurança e saúde do trabalho, falta de registro, maus-tratos e violência. Em geral, os escravos contemporâneos são homens, com idade entre 21 e 40 anos, analfabetos ou com até dois anos de estudo.

Desde março deste ano, funciona na Câmara a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Trabalho Escravo, criada para investigar denúncias sobre essa prática com base na chamada “lista suja” elaborada pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Constam, na lista, 291 empregadores acusados de explorar mão de obra sem respeito aos direitos trabalhistas ou humanitários.

http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/DIREITOS-HUMANOS/416554-EXTREMA-POBREZA-E-RACISMO-POSSIBILITAM-TRABALHO-ESCRAVO-NO-BRASIL,-DIZ-DEBATEDOR.html

CORAÇÂO Frankenstein


CORAÇÂO Frankenstein

Quando falamos em coração primeira coisa que vem em nossas mentes e o sentimento de amor, porem não esta única sensação que passa por ele.

O coração e a válvula que passa todos os sentimentos e sensações e sendo assim quando criança os sentimento mais sentidos e amor pelos nossos familiares e  amigos e em segundo algumas frustrações por não entender por que as coisas são difíceis de ser da forma que queremos.

Quando começamos a crescer junto com as novas experiências vêm os sentimentos e por meio deles as sensações diferentes que sentimos expressadas pela aceleração repentina do coração. Algumas aceleradas por causa do nervosismo seja ele medo, alegria, apreensão, nervosismo.

E junto as sensações vem as lembranças que ficam marcadas por meio lembranças  e são estas que tornam nosso coração um  Frankenstein, depois de tantas marcas, remendos, esperanças, choques e frustrações dentro de nosso peito temos um monstro que não quer o mal de ninguém, apenas sobreviver.

Só percebemos Frankenstein quando estamos sozinho, pois ele começa a falar alto sobre suas angustias e medos, neste momento percebemos que e mais frágil como um como de cristal e ao mesmo tempo forte como uma barra de ferro

domingo, 3 de junho de 2012

NOTA DA UNE EM DEFESA DA EDUCAÇÂO E UNIVERSIDADE PUBLICA

Todo apoio à luta dos professores e técnico-administrativos das IFES!
Por um PNE com 10% do PIB e 50% dos royalties e do Pré-Sal pra Educação!
 
A União Nacional dos Estudantes, em reunião de sua diretoria executiva, dirige-se a toda a sociedade para expressar o seu total apoio e solidariedade à greve dos professores e ao indicativo de greve dos técnico-administrativos das universidades federais brasileiras e reafirmar a defesa de uma reforma universitária democrática que transforme substancialmente o ensino superior de nosso país. Neste momento de acirramento das lutas na universidade, na qual os estudantes têm empreendido um constante processo de mobilizações, enxergamos no movimento conjunto da comunidade acadêmica a possibilidade de vitórias para os estudantes, para toda a universidade e para todo o Brasil.

Vivemos dias decisivos para a educação em nosso país. As discussões sobre o Plano Nacional de Educação trazem a possibilidade de dialogar sobre o projeto de universidade que queremos para o Brasil. Esse momento de efervescência nas universidades federais tem a marca das mudanças vividas nos últimos anos, que possibilitaram o início de um processo de ampliação no acesso ao ensino superior público, fazendo com que nele comecem a ingressar os filhos da classe trabalhadora, a quem historicamente foi negado o direito de obter um diploma de ensino superior. Esta nova realidade traz novos desafios para a universidade brasileira, que precisa se ampliar cada vez mais, com eficiência e garantia de qualidade, para que possa se conectar com os desafios de nossa nação.

Consideramos, assim, imprescindível a implementação do novo plano de carreira reivindicado pelos professores e pelos técnico-administrativos, como forma de afirmar seus direitos e, ao mesmo tempo, assegurar a qualidade do ensino superior público em todo o país. É legítima a reivindicação de que o governo cumpra o acordo firmado com a categoria no ano de 2011. As dificuldades vividas pelos professores, técnico-administrativos e estudantes da rede federal trazem prejuízos não somente ao conjunto da comunidade acadêmica, mas, num olhar mais amplo, a todo o povo brasileiro, que não desfruta de uma universidade pública que forme profissionais em condições de excelência e produza conhecimento voltado para a solução dos grandes problemas nacionais, como combate à miséria, erradicação do analfabetismo, melhores condições de trabalho e tantos outros.

Infelizmente, os cortes de quase 5 bilhões no orçamento da educação nos últimos dois anos jogam contra o projeto de universidade que a UNE defende. As conseqüências desta nefasta política econômica, que no ano passado destinou 49% do orçamento da União para o pagamento de juros e menos de 5% do seu Produto Interno Bruto para a educação foram responsáveis por estrangular problemas históricos da educação brasileira. O resultado desta política, imposta ao país pelos banqueiros, traz limitações ao processo de expansão da universidade, gerando obras paralisadas, filas gigantes nos restaurantes universitários, congelamento na contratação de professores e investimento incipiente em pesquisa e extensão. Estes problemas decorrem da histórica lógica de “universidade para poucos”, que perdurou no nosso país por mais de um século e impediu que a instituição se preparasse para receber os jovens das classes populares. Para superar essas dificuldades, é fundamental ampliar substancialmente o financiamento da educação e, além disto, discutir a que projeto de país deve servir a universidade: de um lado um modelo elitista, que preserva as contradições históricas de nossa sociedade; de outro, uma universidade popular, pintada de todas as cores e com os olhos voltados para o desenvolvimento da nação.

Neste momento, a UNE reforça a defesa de uma Reforma Universitária democrática que possibilite posicionar a universidade como um centro produtor e difusor de conhecimento para toda a sociedade. Defendemos a ampliação imediata dos investimentos em assistência estudantil para 1,5 bilhão de reais, contratação de sete mil novos professores e servidores técnico-administrativos, um plano emergencial para conclusão das obras de infra-estrutura nas universidades e gestão democrática com paridade nas eleições para reitoria e órgãos de decisão. No bojo das discussões do novo Plano Nacional de Educação, reafirmamos que este é momento de ampliação de direitos, com a destinação de 10% do PIB e 50% dos royalties e do Fundo Social do Pré-Sal para a educação.

Compreendemos, assim, que o momento é de mobilização e unidade entre as categorias. É com este espírito que os estudantes vêm promovendo greves e assembléias estudantis em dezenas de instituições federais de ensino superior com bandeiras que se solidarizam com a causa dos professores e técnico-administrativos e contribuam para a permanência qualificada do estudante na vida acadêmica.

Assim, conclamamos os estudantes de todo o país a se mobilizarem por uma universidade pública, gratuita e de qualidade, com assembléias, passeatas, aulas públicas, abaixo-assinados e atos que contribuam para o fortalecimento do debate sobre o projeto de ensino superior que sonhamos. Convocamos todos e todas ao 60o Conselho Nacional de Entidades Gerais da UNE, que acontecerá no Rio de Janeiro de 15 a 17 de Junho, e será um grande espaço de diálogos e mobilizações em defesa das universidades federais brasileiras. Apoiar este movimento é somar forças para a real mudança do ensino superior, garantindo mais mentes e projetos a serviço do desenvolvimento econômico, social e humano do país. Esta causa é de todos, estudantes e trabalhadores de todo o Brasil.

Por isso, referendemos a seguinte agenda de mobilizações: 1. Todos ao 60o Conselho Nacional de Entidades Gerais da UNE! 2. Constituição de um Comando Nacional de Luta Estudantil; 3. Integrar-se a todas as atividades do comando de greve dos docentes e das discussões do indicativo de greve dos servidores técnico-administrativos; 4. Participar do ato dos docentes e servidores dia 5 de Junho, em Brasília, em defesa das greves e mobilizações das universidades federais; 5. Fazer do dia 11 de Junho o Dia Nacional da Luta pela Educação de Qualidade e seguir nas mobilizações no dia 12 e 13 de Junho pela aprovação de um Plano Nacional de Educação democrático que garanta 10% do PIB e 50% dos royalties e Fundo Social do Pré-Sal para educação.

São Paulo, 31 de Maio de 2012
Diretoria Executiva da União Nacional dos Estudantes.

Juventude da Unegro Presente no 16º Congresso da UJS/Acre

Giovanny Kley secretario nacional de Juventude da Unegro e membro do Conselho Nacional de Juventude teve uma participação especial no 16º Congresso da União da Juventude Socialista do Acre, evento que teve a participação de 300 jovens de todas as cidades do Estado.

O Evento consegui trazer jovens aguerridos de diversas  cidades que enfrentaram diferentes dificuldades como viajes de barcos, 12horas do ônibus para debater a construção de uma nova sociedade.

Além de eleger as novas bandeiras de lutas para o Estado do Acre a UJS colocou como compromisso reafirmar a unidade da frente de esquerda e a ousadia nas lutas.

No segundo momento do evento a UNEGRO realizou uma palestra sobre os avanços das politicas publicas de juventude no Estado do Acre, entre elas a criação dos espaços de diálogos como os conselhos de juventude, a coordenadoria de juventude na capital.

Giovanny Kley ” estamos vivendo um novo momento no Brasil, onde a ampliação de vagas nas universidades estão acontecendo por meio do PROUNI, REUNI e FIES. (...) O STF aprovou as cotas raciais entendendo a necessidade da real inclusão e promoção da igualdade racial.”

16º Congresso da UJS/Acre elege nova Diretoria.

No ultimo dia 02 de junho do Anfiteatro da Universidade Federal do Acre – UFAC foi realizado o 16º Congresso Estadual da União da Juventude Socialista com tema “ UJS com a Cara do ACRE”, debatendo a construção do socialismo na contemporaneidade e os avanços das Politicas Publicas de Juventude.  O evento pela primeira vez teve a presença muito representativa de varias cidades do Estado, tal acontecimento acontece pela primeira vez devidos os avanços rodoviários do Estado.
O Congresso  teve a presença de 300 jovens de diferentes cidade onde o trajetos foram aéreo, terrestre e aquático enfrentando algumas horas de barco. Esta foi a prova que esta juventude esta pronta para tudo em prol de uma real revolução.

Logo após a abertura do congresso, foi realizado um seminário  com Professor José Ucho sobre socialista e Presidente do Conselho Municipal de Juventude de Rio Branco e Secretario Nacional da Juventude da UNEGRO sobre Politicas Publicas de Juventudes.

Logo após apresentado a nova Direção Estadual que terá como Presidente Pancho ( ex-presidente da UJS de Cruzeiro do Sul) e Vice Renata Leão (Ex-Diretora da UBES).