A CUT REMA CONTRA A MARÉ E DCE/UFAC VAI JUNTO..











Mesmo com as diversas tentativas de organizar, reorganizar e articular uma unidade dos movimentos sociais no Estado do Acre a dificuldade permanece, pois, a tradição sectária da Central Única dos Trabalhadores do Acre permanece, e neste momento o DCE da UFAC esteve junto.

Aparentemente os representantes da Central Única dos Trabalhadores do Acre vivem uma outra realidade, pois o não perceber o golpe que o Brasil vive, o retrocesso que avança e se somando um processo de mobilização pequena a entidade ainda se coloca a impor suas vontades sobre aos demais.
No último dia 27 de março uma reunião no sindicato dos bancários do qual teve a participação de vários sindicatos, representação do movimento estudantil universitário e secundarista e centrais sindicais. Após um amplo debate do qual diversos apresentaram a proposta de mudar o horário de manifestação de 08h para as 17h tendo como justificativa a pouca mobilização no turno da manhã, a dificuldade dos trabalhadores participar devido estar no seu horário de trabalho, os cortes de pontos dos trabalhadores privados e públicos e tudo embasado na experiência exitosa que as grandes cidades vem construindo com as mobilização pós turno de trabalho e somando a tais se aplicando na mobilização estudantil.

Após diversas tentativas de impor a permanência da manifestação para o turno da manhã e ter sido derrotado o vice presidente da Central Unica dos Trabalhadores, percebendo que a ampla maioria dos presentes eram contrário a proposta, o mesmo apresenta como proposta uma votação por entidade, para que assim com a maioria dos sindicatos filiado à CUT decidisse o horário, o voto DCE/UFAC levou o empate a favor da proposta da CUT e contra a maioria presente. Por fim, se aproveitando do empate elencou como critério a decisão para as Centrais Sindicais já sabendo que a posição da Força Sindical seria pela manhã. Com tal conseguiu impor um horário desmobilizador contra os trabalhadores e o DCE da UFAC fez parte de tal.

A CUT permanece remando contra a maré, acreditando que e a dona do movimento e não percebe que vem atuando contra os trabalhadores. 

Segue a votação:

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